Membro da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga irregularidades na Saúde do Amazonas entre os governos de 2011 e 2020, a CPI da Saúde, o deputado estadual Wilker Barreto (Podemos) criticou nesta quinta-feira (28), o pedido de Mandado de Segurança ingressado à Justiça pela base governista na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) para suspender os trabalhos da comissão investigadora. O parlamentar afirmou que a petição tem o objetivo de impedir o início das investigações e prejudicar o andamento da CPI, que irá fiscalizar contratos e gestões na saúde do Estado.

A petição, impetrada pela vice-presidente da Casa e aliada do Governo, deputada estadual Alessandra Campêlo (MDB), questiona a indicação dos membros feitos pelo presidente do Legislativo, Josué Neto (PRTB), e pede a suspensão da designação dos membros para a CPI da Saúde. Mas para Barreto, a ação é mais uma tentativa da base do governo para impedir o andamento das investigações.

“É engraçado como a base governista não deixa a CPI trabalhar, os mesmos deputados que questionam os trabalhos são aqueles que sequer assinaram. Deixa a gente trabalhar, não estamos aqui para caça às bruxas não, vamos trabalhar de forma correta e direita, doa a quem doer. Tudo isso é medo ou é o quê?”, disse Wilker, que é líder da oposição na comissão.

O deputado ponderou, ainda, que a base governista só será a favor dos trabalhos da CPI quando a maioria dos membros forem aliados do Governo.

“Os que não assinaram dizem que são a favor da CPI, entretanto, só querem a maioria dos aliados do governo entre os membros. Assim, conseguiram defender a atual gestão e focar apenas no passado. Aí vira uma bagunça”, alertou Barreto.

 

 

Gabinete do Deputado Wilker Barreto (Podemos)

Texto: Assessoria do Deputado

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Foto: Danilo Mello /Aleam