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O brasão do Amazonas foi constituído por ato do Governo Provisório da República, como se vê na legislação específica, e regulamentado tempos depois, com o restabelecimento das formas originais. Indica a confluência dos rios Negro e Solimões, na sua elipse e e entre elas o céu do Brasil. A estrela indica paz e progresso; na junção dos rios, um barrete frígio, símbolo da lealdade do Amazonas à República. Duas penas entrelaçadas e cruzadas representam a civilização moderna. Tudo se faz acompanhar do símbolo da navegação com a inscrição das datas de 22 de junho de 1832, na qual o Amazonas se fez independente pela armas, e a de 21 de novembro de 1889, quando aderiu à República. No alto, pode-se ver o sol e a águia amazonense, a simbolizar grandeza e força. Do lado direito, os emblemas da indústria e do esquerdo, o do comércio e da agricultura. O brasão de armas do Estado do Amazonas foi instituído pelo Decreto n.º 204 de 21 de novembro de 1897, firmado pelo governador do Estado, José Cardoso Ramalho Júnior, e regulamentado pelo Decreto n.º 10.534, de 16 de setembro de 1987, pelo governador Amazonino Armando Mendes.

Nesse decreto existe a obrigatoriedade do uso do brasão nos prédios públicos oficiais de qualquer dos Poderes, incluindo o Poder Legislativo. Conforme o Art. 6º do Decreto o brasão deverá ser utilizado seguido da indicação do Poder.

Por um tempo a Assembleia do Amazonas aderiu um outro brasão, o que fez com que no imaginário popular o brasão de armas fosse de uso exclusivo do governo (executivo). No entanto, a partir de 2019, a Assembleia retomou o uso do Brasão como uma expressão de que somos um só Amazonas e devemos estar integrados, sob os mesmos símbolos e objetivos, reforçando o princípio da impessoalidade e harmonia entre os poderes.

No entanto, para que permitisse a fácil percepção da população sobre os atos do Legislativo, a Assembleia adotou a versão de aplicação do brasão em negativo, sobre o dourado que lembra o primeiro brasão adotado na história do Amazonas.